"Eu me afasto e ela também, mas a gente sempre volta. A gente é igual cachorro quando se perde, sempre dá um jeito de voltar pra casa. E acho que ela é o meu lar e eu sou o lar dela. Ela me chama de baixinho, mas é menor que eu. Ela me chama de neurótico, mas ultrapassa os limites dessa palavra. Ela é toda errada e eu sou o conserto dela. A gente é complicado, mas ainda é dá gente.
"E agora? Como faz quando se é adulta? Qual é a sustagem de agora para que eu não desintegre? Como é que se ama com um corpo de trinta e três anos se por dentro eu tenho cinco anos e estou tremendo, apavorada, pressentindo o estrago que as coisas de verdade podem causar. Por que eu chamo de estrago quando sei que, na verdade, estrago é o que as coisas que não são de verdade causam. Eu tenho tamanho pra suportar o tamanho das coisas de verdade?
"Repara bem no que não digo.
“O que é uai?” “Uai é uai, uai”.
This is the way that I say I need you..
"Sou tímida. Um montão de gente ri quando falo isso, mas sou tí-mi-da. Só quem me conhece a fundo sabe. É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda. Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção. A gente tem que aprender a se proteger. Das escolhas dos outros. E até mesmo das nossas próprias escolhas.

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ezra omfg
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